Somando um Novo Blog

“Na visão organizacional: qualidade de vida é qualidade de resultado”. Sendo o resultado organizacional a convergência de inúmeras tendências, e a felicidade individual uma porção individual de qualidade de vida, um indivíduo feliz, se organiza com qualidade e multiplica resultados.A margem de contribuição do indivíduo cria uma tendência no grupo. A contribuição dos grupos noutros grupos cria uma tendência global.

O Novo Blog

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Fórum Inovar para vencer


O objetivo deste fórum é mitigar a questão da estratégia, o conceito, e o ponto de partida para o desenvolvimento de ações empresariais que promovam a inovação.

A estratégia é um fator de sucesso, que reflete a capacidade gerencial com base na observação, no conhecimento e na competência.

Cinco forças competitivas

A ameaça de produtos e serviços substitutos



Neste ponto tratamos de produtos e serviços similares, com valor agregado equiparado e que atendem as mesmas necessidades;



O poder de negociação dos clientes



Esta força competitiva traduz o poder de decisão dos compradores sobre os atributos no que se refere a preço e qualidade;



O poder da concorrência



A rivalidade entre concorrentes é considerada a mais significativa das cinco forças. Neste quesito, considera-se o modus operandi dos concorrentes diretos, ou seja, empresas que vendem o mesmo produto, num mesmo mercado.



A ameaça de novos entrantes



As empresas concorrentes, concomitantemente a ameaça da entrada de novos participantes depende das barreiras existentes contra sua entrada, além do poder de inovação e liderança das organizações. (SERRA, TORRES e TORRES, 2004). A economia de escala favorece as empresas que já produzem grandes quantidades e podem reduzir custos, e também a questão dos altos investimentos. Quando à necessidade de grande capital qualifica-se a restrição financeira, que aqui aponta para a necessidade de capital para a instalação do negócio. Este é um dos fatores mais relevantes para impedir o surgimento de novas empresas em cada setor;



O poder de negociação dos fornecedores



Neste caso observa-se a questão semelhante à barganha dos compradores, porém voltada ao fornecimento de insumos e serviços para as companhias;





Estratégias competitivas



Dentre as mais disseminadas e praticadas podemos citar:



Estratégia de liderança do custo total consiste na busca da vantagem baseada no baixo custo dos produtos e serviços;



Estratégia de Diferenciação é a busca da vantagem com base em necessidades específicas dos clientes;



Estratégia de Enfoque inspira-se nas estratégias anteriores, buscando a diferenciação para determinados clientes e também competindo na liderança do menor custo total de produto;







do ponto de vista do Projeto Somando Eficiência...





Cadeia de Valor





Estabelecer métricas é avaliar resultados históricos recorrentes, comportamentos e as causas que influenciam determinado resultado.

Desta forma, podemos dizer que gerenciar é o exercício de "criar" indicadores e criticá-los diante das suas causas e conseqüências.

A evolução desses indicadores aponta suas influencias em determinados "espaços de tempo", desempenhos recorrentes e direciona a comparação de resultados, causas e conseqüências.



A questão chave é que estas dimensões facilitem uma visualização 360° do posicionamento das empresas.





A inclusão de profissionais portadores de deficiência implica em:



  • novas referências de produtividade induzindo maior atualização dos indices de qualidade e competitividade;



  • visão de lucro que inclua o valor agregado à comunidade



  • atualização tecnológica baseada nas novas demandas de colaboração e conectividade



  • processos de gestão integrados ao capital humano e plano de aprendizado

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Referências bibliográficas

Fonte
FERRARI, Renato.CRM e as cinco forças competitivas. Disponível em: . Acesso em: 25 ago. 2005.

Fonte
Porter, Michael. Planejamento Estratégico. Disponível em:
. Acesso em: 20 jun. 2011.

Fonte
Nixon, Elizabeth. Como funciona o Cirque du Soleil. Traduzido por HowStuffWorks Brasil. Disponível em: . Acesso em: 20 jun. 2011




Liderança – Responsabilidade Social

A liderança é um meio e não o fim. È o resultado do exercício da sobrevivência. A motivação individual é atributo da liderança, onde o esforço de vários indivíduos favorecem o desenvolvimento do líder, através do interesse comum dando origem a uma identidade coletiva.

Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.

Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.

Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas

ESTRUTURALISTAS X COMPORTAMENTALISTAS

A validade de tal discurso para dissimular a dominação existente nas organizações


Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.

O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.

...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.

...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.


Orientação Catarino de Oliveira

FGV - Fabiano Vargas

CONVIVER

1.
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.


2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.


3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.


4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.


5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.


6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.


7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.


8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.


9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.


10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.


11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.


12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.


13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.


14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.


15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.


16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.


17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.


18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.


19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.


20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.


21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.


22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.


23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.


24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.


25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.


Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.


http://www.adeva.org.br/

O que é o Empreendedorismo Social ?

Nos últimos anos a palavra empreendedorismo tem-se tornado quase um chavão. Nos diversos artigos publicados nesta pagina, várias têm sido as abordagens e sentidos dados ao “empreendedorismo”.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.

GO BACK

O projeto SOMANDO EFICIÊNCIA nasceu em 2005, em pleno reaquecimento e volta do crescimento dos mercados globais.

As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.

Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.

Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.

Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.

Fabiano Vargas
Conselho Mentor

http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr










"Lei de Quotas"

Se sua empresa está passando por mudanças, iniciando ou implantando programas de inclusão, se está interessada em comprovar para os seus clientes o seu papel de cidadã, e se quer consolidar um trabalho de qualidade, entre em contato conosco, e desenharemos uma proposta (sensibilização, palestra, curso ou assessoria) que contemple as suas necessidades.

http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr



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