Mauro Ribeiro
ALGUMAS RAZÕES...
"...A razão do maior percentual de PPDs nos paises subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento justifica-se pela violência urbana, acidentes de transito, acidentes de trabalho, guerras, etc..."
"...Panorama Brasileiro
Está surgindo no Brasil um movimento que está tratando estas pessoas como dEficientes, ou seja, um movimento que procura explorar o que estas pessoas têm de bom e de positivo, em linguagem de RH, conhecer e explorar o perfil de competências destes profissionais..."
"...A Razão LEGAL, a mais discutida e criticada (e pouco atendida), baseada em um sistema de cotas criadas por leis, tais como a 8213/91, artigo 93; Portaria do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) de número 4.677/98 (também baseada no artigo 93);
lei 7853/89 e Decreto Lei 3298/99 determinam que as empresas reservem uma quantidade de vagas para os profissionais portadores de deficiência com a seguinte classificação:
Classe I até 200 funcionários 2% das vagas para PPDs
Classe II 201 a 500 funcionários 3% das vagas
Classe III 501 a 1000 funcionários 4% das vagas
Classe IV mais de 1001 funcionários 5% das vagas
Determina ainda a lei 8112, que a União reserve, em seus concursos, até 20% das vagas a portadores de deficiência..."
"...A terceira razão é a razão da "moda": a RESPONSABILIDADE SOCIAL. Existe uma forte onda de valorização pelo mercado das empresas que tem a preocupação com a sociedade. Muito se tem feito para a defesa do meio ambiente, para a defesa da criança, para a proteção do "mico leão dourado", etc. e porque? Porque as empresas perceberam que ter responsabilidade social melhora consideravelmente a imagem e por conseqüência pode ser uma fantástica ferramenta de marketing. Seja lá qual for a razão o importante é que os consumidores vêem com muito bons olhos os produtos e as empresas que estão atuando com este objetivo. E por que não incluir neste rol, a inclusão na sociedade e respeito às pessoas portadoras de deficiência..."
Liderança – Responsabilidade Social
A liderança é um meio e não o fim. È o resultado do exercício da sobrevivência. A motivação individual é atributo da liderança, onde o esforço de vários indivíduos favorecem o desenvolvimento do líder, através do interesse comum dando origem a uma identidade coletiva.
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
ESTRUTURALISTAS X COMPORTAMENTALISTAS
A validade de tal discurso para dissimular a dominação existente nas organizações
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
CONVIVER
1.
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
http://www.adeva.org.br/
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
http://www.adeva.org.br/
O que é o Empreendedorismo Social ?
Nos últimos anos a palavra empreendedorismo tem-se tornado quase um chavão. Nos diversos artigos publicados nesta pagina, várias têm sido as abordagens e sentidos dados ao “empreendedorismo”.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
GO BACK
O projeto SOMANDO EFICIÊNCIA nasceu em 2005, em pleno reaquecimento e volta do crescimento dos mercados globais.
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
"Lei de Quotas"
Se sua empresa está passando por mudanças, iniciando ou implantando programas de inclusão, se está interessada em comprovar para os seus clientes o seu papel de cidadã, e se quer consolidar um trabalho de qualidade, entre em contato conosco, e desenharemos uma proposta (sensibilização, palestra, curso ou assessoria) que contemple as suas necessidades.
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
