Segundo Hart (1996), a dança em cadeira de rodas iniciou-se no decorrer dos anos 60 na Europa, através da Spastics Society School, uma escola da cidade de Londres. No início, as atividades tinham por objetivo possibilitar que os novos usuários de cadeira de rodas desenvolvessem o seu próprio conceito do novo significado de locomoção em suas vidas. As primeiras aulas consistiam em movimentar-se para a esquerda/direita, frente/atrás e deslocamentos com giros. Estes movimentos eram treinados para serem executados em um espaço determinado e limitado. Mas, devido ao grande interesse dos alunos em realizar estes movimentos de forma ritmada, logo surgiu a proposta de trabalhos em grupos e, conseqüentemente, novos movimentos associados ao ritmo musical passaram a ser explorados. O que inicialmente era uma marcha militar, com o propósito de desenvolver uma nova forma de locomoção foi ampliada através de movimentos mais divertidos, garantido os mesmos benefícios. A partir do momento que se associou os diferentes movimentos corporais à musica, as pessoas em cadeira de rodas começaram então a dançar.
Durante muitos anos os movimentos realizados pelo grupo da Spastics continuaram sendo vistos apenas como gestos corporais ritmados, sem muita técnica. No entanto, aqueles que os executavam, acreditavam na possibilidade de se tornarem dançarinos em uma cadeira de rodas. Com essa aspiração, após o trabalho caracterizado por danças compostas de movimentos simples e lentos como a valsa inglesa, os dançarinos passaram a realizar movimentos de giros e a ter controle da velocidade e da direção da cadeira de rodas no ritmo da música. Assim, gradativamente, novos estilos de dança foram sendo incorporados no que se passou a chamar de Dança em Cadeira de Rodas.
Mas a história da Spastics não para aí. Em 1968, a professora Miss Harge, envolvida no projeto, foi nomeada conselheira de Educação Física da Spastics Society, e teve, então, a inspiração e a oportunidade de propor a introdução da dança em cadeira de rodas em outros centros de reabilitação e outras escolas. A proposta deixava de ser uma atividade terapêutica para ser uma atividade lúdica. (HART, 1976).
Os resultados, segundo Hart, foram surpreendentes. Através da dança, os usuários da cadeira de rodas tornaram-se mais autoconfiantes, adquiriram maior controle da cadeira, melhoraram sua concentração, passaram a trabalhar em grupos e, além disto, conseguiram ser reconhecidos pela criatividade.
O primeiro sinal positivo do reconhecimento da modalidade acontece já em abril de 1971, com a primeira competição de dança em cadeira de rodas. O evento aconteceu no Hammersmith Palais, cedido pelo senhor E Morley da Mecca Promotions, e contou com a participação de 10 grupos. As duplas participantes foram divididas, conforme a idade, em adultos e juvenis e subdivididos em classes A e B. Faziam parte da classe A, os dançarinos que possuíam os movimentos de mãos preservados e um bom controle da cadeira de rodas. Na classe B estavam os dançarinos que utilizavam cadeira de rodas elétrica.
A partir daí, a cada ano, competições e festivais de dança foram ocorrendo e incorporando novos adeptos e novos estilos.
Por outro lado, a sociedade passou a ser mais sensível aos problemas das pessoas com deficiência a partir das guerras do século XX. As nações mais desenvolvidas estabeleceram leis e políticas sociais para atender às necessidades destas populações. Na tentativa de facilitar o seu processo de integração foram criadas instituições especializadas para seu atendimento. Nos USA, por exemplo, foi aprovado, em 1918, o “Vocational Rehabilitation Act”, uma lei que garantia aos militares lesados na guerra condições de participação em programas de reabilitação para o trabalho. Em 1920, outra lei, o “Fess-Kenyon Civilian Vocational Rehabilitation Act”, autorizava militares e civis com deficiência física a participarem do programa. (SILVA, 1986).
Nos hospitais, como parte do programa de reabilitação e com o fim de auxiliar no tratamento terapêutico, foram introduzidos jogos em cadeira de rodas. De acordo com Hullu (2002), a proposta de usar o esporte como uma forma de tratamento e reabilitação foi inicialmente desenvolvida na Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha, sendo introduzida posteriormente em outros paises. Na Inglaterra, em 1944, Dr. Ludwig Guttman solicitou ao governo Britânico para introduzir atividades esportivas, como parte da reabilitação, no Hospital de Stoke Mandeville. Alguns anos mais tarde, o esporte que se iniciara com competição passa também a ser utilizado como forma terapêutica/recreativa. (ADAMS, 1985).
A proposta de trabalhar com o esporte no processo de reabilitação tinha como objetivo promover a sociabilização, desenvolver novas habilidades e permitir que os reabilitandos descobrissem suas próprias possibilidades de movimentos através de atividades lúdicas.
Em relação à dança em cadeira de rodas, as primeiras competições foram realizadas em caráter não oficial, como campeonatos regionais locais. O primeiro país a sediar esta modalidade foi a Holanda em 1985, seguido pela Bélgica em 1987 e pela Alemanha em 1991. Em paralelo a este último campeonato, ocorreu, também na Alemanha, a segunda Conferência de Dança em Cadeira de Rodas, realizada em 18 de Janeiro de 1991 no Hotel Íbis, em Munique. Nesse encontro constituiu-se a Wheelchair Dancesport Committee, WDSC, que era um sub-comitê da ISOD. Sua responsabilidade era a dança em cadeira de rodas tanto na modalidade recreativa como na competitiva. Participaram desta conferência 40 dançarinos de 13 paises europeus.[1]
Em 25 de abril de 1992 ocorreu a primeira competição de dança em cadeira de rodas, organizada pelo WDSC em parceria com a Deutscher Rollstuhl-Sportverband, Fechbereich Tanz in Arrangement.[2]
De 1993 em diante, a cada dois anos, o sub-comitê organizou os seguintes campeonatos Europeus: Holanda (1993), Alemanha (1995), Suécia (1997) e Grécia (1999). O reconhecimento como competição internacional, porém, aconteceu apenas no evento de 1997 na Suécia. Nesse mesmo ano, ocorreu um outro fato positivo: a modalidade foi demonstrada nas Paraolimpíadas de Inverno em Geilo/Noruega. Depois desse evento, diversos paises reuniram-se para regulamentar este novo esporte, entre eles (Alemanha, Bélgica, Holanda, Suécia, Ucrânia). Mas, somente em 2000, na Noruega, ocorre o Primeiro Campeonato Mundial da modalidade com o reconhecimento do IPC. (HULLU, 2002).
A partir da fundação da CBDCR, concomitante ao Simpósio Internacional de Dança em Cadeira de Rodas, passou-se a realizar Campeonatos de Dança Esportiva em Cadeira de Rodas
http://www.cbdcr.org.br/
Liderança – Responsabilidade Social
A liderança é um meio e não o fim. È o resultado do exercício da sobrevivência. A motivação individual é atributo da liderança, onde o esforço de vários indivíduos favorecem o desenvolvimento do líder, através do interesse comum dando origem a uma identidade coletiva.
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
ESTRUTURALISTAS X COMPORTAMENTALISTAS
A validade de tal discurso para dissimular a dominação existente nas organizações
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
CONVIVER
1.
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
http://www.adeva.org.br/
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
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O que é o Empreendedorismo Social ?
Nos últimos anos a palavra empreendedorismo tem-se tornado quase um chavão. Nos diversos artigos publicados nesta pagina, várias têm sido as abordagens e sentidos dados ao “empreendedorismo”.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
GO BACK
O projeto SOMANDO EFICIÊNCIA nasceu em 2005, em pleno reaquecimento e volta do crescimento dos mercados globais.
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
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"Lei de Quotas"
Se sua empresa está passando por mudanças, iniciando ou implantando programas de inclusão, se está interessada em comprovar para os seus clientes o seu papel de cidadã, e se quer consolidar um trabalho de qualidade, entre em contato conosco, e desenharemos uma proposta (sensibilização, palestra, curso ou assessoria) que contemple as suas necessidades.
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
