"Tornar fácil o que não é difícil... A diferença é normal!"
A Amac promoverá a I Jornada Nacional da Solidariedade no período de 5 a 8 de março de 2008, "Tornar fácil o que não é difícil... A diferença é normal!". Com o Objetivo de mostrar aos participantes, pais, professores, gestores e governantes as necessidades e dificuldades das pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual, para uma maior conscientização em prol da solidariedade facilitando assim a inclusão social, familiar, escolar e a acessibilidade que tanto deixa a desejar em nosso país.
"Só através de ações mobilizadoras e transformadoras que logrem reunir forças de diferentes segmentos da sociedade, é que conseguiremos realizar o sonho de uma Melhor Qualidade de Vida para todas as pessoas com necessidades especiais."
Liderança – Responsabilidade Social
A liderança é um meio e não o fim. È o resultado do exercício da sobrevivência. A motivação individual é atributo da liderança, onde o esforço de vários indivíduos favorecem o desenvolvimento do líder, através do interesse comum dando origem a uma identidade coletiva.
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
Na divisão de atribuições de um grupo a responsabilidade representa a porção individual da participação no grupo. A sobrevivência do grupo por outros grupos é a responsabilidade social.
Responsabilidade é contribuição individual, logo, responsabilidade social é a contribuição para o grupo. A contribuição é parte do resultado e só participa do resultado quem contribui.
O resultado individual é também influenciado pelo resultado do grupo. O resultado do grupo é influenciado pelo líder que depende também da motivação do grupo.
Orientação Andréia Berto
FGV - Fabiano Vargas
ESTRUTURALISTAS X COMPORTAMENTALISTAS
A validade de tal discurso para dissimular a dominação existente nas organizações
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
Persiste o dilema e o conflito quanto os objetivos das organizações e as necessidades individuais. Quando o foco na resolução do conflito almeja a satisfação do grupo, se aproxima do objetivo organizacional de racionalização.
O indivíduo é mais fiel aos anseios do grupo e por sua vez o bem estar do grupo está associado ao resultado da organização, ou performance organizacional. Quando se pensa em grupo se pensa num grupo maior e mais organizado: a empresa ou organização a que o indivíduo pertence.
...comportamentalista : uma organização eficiente é uma organização satisfatória.
...estruturalista: uma organização satisfatória é mais eficiente.
Orientação Catarino de Oliveira
FGV - Fabiano Vargas
CONVIVER
1.
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
http://www.adeva.org.br/
O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
2.
A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições de ter uma vida normal.
3.
A pessoa cega tem os mesmos interesses de uma pessoa que enxerga. Não a trate como um ser diferente.
4.
Não limite o cego mais do que a própria cegueira impedindo-o de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
5.
A pessoa cega é capaz de fazer quase tudo o que uma pessoa que enxerga faz. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio ou discar o telefone.
6.
O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos. Não fale de sexto sentido nem de compensação da natureza, perpetuando conceitos errôneos.
7.
Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa, ele também pode ser útil.
8.
A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
9.
Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de seu acompanhante, supondo que ele não tem condições de compreendê-lo.
10.
Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
11.
Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe nem o rode pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
12.
Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas.
13.
Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas no caminho de um cego são um sério risco à sua integridade física.
14.
Não deixe de alertá-lo sobre aspectos inadequados quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
15.
Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
16.
Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já conhecer suficientemente sua voz.
17.
Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
18.
Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição correta, evitando que ele estenda a mão para o lado contrário em que está a pessoa.
19.
Se estiver conversando com uma pessoa cega, avise-o ao se afastar,principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
20.
Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
21.
Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
22.
Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
23.
Quando passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
24.
Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua ver por ouvir.
25.
É indelicado designar alguém por sua deficiência física. Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
Pela compreensão do que aqui ficou dito, você já estará contribuindo decisivamente para a superação dos preconceitos seculares que envolvem o cego e a cegueira.
http://www.adeva.org.br/
O que é o Empreendedorismo Social ?
Nos últimos anos a palavra empreendedorismo tem-se tornado quase um chavão. Nos diversos artigos publicados nesta pagina, várias têm sido as abordagens e sentidos dados ao “empreendedorismo”.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
Desta vez aborda-se o empreendedorismo numa outra vertente – a de criação de entidades com um cariz social e não somente lucrativo, bem como a possibilidade das empresas privadas associarem à sua actividade também um objetivo social.
GO BACK
O projeto SOMANDO EFICIÊNCIA nasceu em 2005, em pleno reaquecimento e volta do crescimento dos mercados globais.
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
As demandas de mão de obra, buscaram em nome da sustentabilidade e consciência social abrir novos front´s de inclusão integrados no outsourcing e inclusão, dando gás a mais uma "onda" de proeficiência técnica, desta vez adaptada : candidatos especiais, profissionais especiais projetos sob demanda.
Nosso banco de dados qualificou cerca de 10.000 curriculuns, com ampla cobertura regional, atingindo jovens e adultos à partir de 15 anos. Os números foram surpreendentes.
Foram realizadas cerca de 150 palestras, abrangendo a maioria das limitações conhecidas. Novas surpresas.
Nosso legado nos impulsiona a novos planos de "investimento social". Buscamos os melhores empreendedores voluntários.
Fabiano Vargas
Conselho Mentor
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
"Lei de Quotas"
Se sua empresa está passando por mudanças, iniciando ou implantando programas de inclusão, se está interessada em comprovar para os seus clientes o seu papel de cidadã, e se quer consolidar um trabalho de qualidade, entre em contato conosco, e desenharemos uma proposta (sensibilização, palestra, curso ou assessoria) que contemple as suas necessidades.
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
http://www.linkedin.com/groups?gid=4282232&trk=myg_ugrp_ovr
